Bebês e cachorros – Como funciona a relação

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BEBÊS
E CACHORROS: COMO FUNCIONA ESSA RELAÇÃO?

Bebês e cachorros - Como funciona a relação

O companheirismo entre bebê e cachorro vai surpreender
a família e garantir alegria por muitos anos

Pode
ser que o seu primeiro filho não seja um bebê. A relação dos donos com os
animais de estimação hoje em dia é tão próxima que existem muitas mamães e
papais de cachorros por aí. Se esse é o seu caso, vai ser preciso prezar pela
boa relação de irmãos entre cães e bebês.
Como
todo membro da família, você com certeza vai querer envolver o seu bichinho de
estimação
durante a gestação e espera que ele comemore a chegada do bebê. De
fato, essa relação pode ser benéfica, pois pesquisas, pediatras e famílias que
têm bebês e cachorros em casa alertam: eles vão se tornar grandes companheiros.
O
animal pode provocar diversos estímulos no bebê. Além de desenvolver laços
afetivos, o seu bebê vai exercitar a coordenação motora ao fazer carinho no
pet, treinar os primeiros passos para ir atrás do cão e aperfeiçoar o olfato, a
visão e a audição graças à companhia canina. A convivência com esses bichos
também é capaz de ativar áreas do cérebro relacionadas a sensação de bem-estar.

A CHEGADA DO BEBÊ

Os
cachorros
são capazes de perceber pelo olfato as alterações hormonais da dona
durante a gravidez. Isso só faz com que o animal crie um relacionamento ainda
mais profundo e passe a cuidar de você. Ele não ficará pulando na sua barriga,
por exemplo.
Pesquisa
da Universidade de Liverpool na Inglaterra mostrou que as gestantes donas de
cães têm 50%
mais chances de realizar pelo menos 30 minutos de atividade física
diariamente. Por isso, se você está grávida, mantenha as caminhadas para
passear com o seu pet.
Durante
a gestação, você deve preparar o seu cão para a convivência com o pequeno.
Estabeleça limites onde o animal não poderá ficar, como o quarto do bebê. Se ele dorme na sua
cama, prepare um cantinho especial do lado de fora. Capriche nos banhos
semanais e deixe as vacinas dos bichinhos em dia, além de vermifugá-los
anualmente e usar remédios contra pulgas e carrapatos todos os meses.
A
parte mais difícil é ir se distanciando um pouco do seu pet, pois quando a
criança nascer, você naturalmente não terá como se dedicar tanto assim ao seu
cachorro. Evite chamar o cão para subir na cama ou no sofá, peça para o seu
parceiro dar a ração e reduza outras atividades que vocês estão acostumados. Ao
mesmo tempo, encontre formas de integrar o pet à nova família: você pode deixar
ele cheirar o quarto e as roupinhas do bebê antes do nascimento.
No
dia que o pequeno finalmente chegar, você provavelmente passará algum tempo na
maternidade. Enquanto isso, peça para o papai levar um cobertor ou uma roupinha
que o bebê
já usou para que o animal possa se familiarizar com o cheiro. Ao
chegar em casa, o seu cão estará morrendo de saudade, então, deixe o pequeno
ser carregado pelo pai para que você possa fazer festa para o animal não ficar
enciumado.
Nas
primeiras aproximações, é importante que uma pessoa esteja segurando o cachorro
na coleira para evitar um acidente. Incentive o seu pet a ficar quieto ao lado
do bebê oferecendo carinho ou petiscos, até que ele aprenda como deve se portar
e possa circular livremente. Evite deixar os dois sozinhos, pois o animal pode
machucar mesmo sem querer o seu filho.
O PEDIDO DAS CRIANÇAS

Muitas
vezes, a vontade de possuir um amigo canino vem da própria criança. Se você não
é o tipo de pessoa que gosta de animais ou não deseja ter essa responsabilidade
agora, tudo bem explicar para o seu filho que esse desejo não poderá ser
atendido.
Muitas
vezes, os pais até gostariam de ter um pet em casa, mas a criança possui asma
ou alergia e os pelos do animal podem piorar o quadro. Se esse for o caso da
sua família, explique para o seu pequeno que é muito arriscado ter um animal
agora, mas que, assim que ele crescer e estiver mais forte, vocês podem
reconsiderar a ideia.
Agora,
se vocês estão quase convencidos a incluir um cão na família, é preciso ter uma
conversa séria com a criança. Mostre para ela que o animal será dependente de
vocês por toda a vida, que será longa, e diga que o pequeno precisará
participar das responsabilidades diárias do animal. Deixe o seu filho preparado
para tudo de bom que o bichinho vai trazer, mas não esqueça dos pontos
delicados, como mordidas, doenças e morte.

AS MELHORES COMPANHIAS


Quase
todas as crianças, bebês e cachorros podem viver em harmonia. Para garantir um
ambiente livre de estresse, é essencial levar em consideração o perfil do
animal, pois algumas raças são mais sociáveis e vão adorar ter os pequenos por
perto, enquanto que alguns cães podem ser agressivos e ciumentos.
Procure
levar para dentro de casa um animal jovem. Não precisa ser um filhote, que vai
dar muito trabalho, mas um cão entre seis meses e um ano será mais fácil de ser
educado e de se adaptar a todos. Se a família tiver se encantado por um cão
adulto, confira a procedência do animal para avaliar se ele não pode se tornar
um perigo para as crianças. Animais que sofreram maus tratos podem interpretar
as brincadeiras infantis da forma errada e atacar.
Se
você ainda não tem um cachorro e está prestes a realizar esse sonho, dê preferência
para a adoção de animais; Além de ser uma atitude de muito amor, os cachorros
adotados geralmente são vira-latas, que têm o temperamento dócil e a saúde de
ferro. Ao adotar, não esqueça de levar o cão a uma clínica veterinária especializada.
Assim, você ficará tranquilo com relação a saúde do animal.

Entre
os animais de raça, os mais indicados para a convivência com as crianças são o
Labrador, o Golden e o Beagle, que são pacientes e possuem muita energia. O
Buldogue também é uma boa opção, pois é um animal pacato e afetuoso. Para um
apartamento, o Poodle e o Shih Tzu podem se adaptar melhor, pois são pequenos e
brincalhões. 
Espero que gostem e não esqueçam de deixar seus comentarios.

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